sábado, 6 de agosto de 2011







E cada noite que passa,
teu rosto passa junto,
vai e fica,
Brinca e habita a insônia e a memória.


E, se ao ver a Lua, lembro-te
É apenas por encontrar nela
um pálido reflexo do seu brilho.



Do Eremita, para a Lua mais linda da noite.








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